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Património
Casa das Gaeiras
Capela de São Marcos
Convento de São Miguel
Igreja de Nossa Senhora da Ajuda
Moinhos de Vento
Quinta das Janelas
Ruinas da Cidade Eburobrittium
Gaeiras é detentora de um rico património histórico e arquitectónico, merecedor de uma visita mais atenta, do qual se destaca:
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Casa das Gaeiras
Edificada em 1720, pertenceu inicialmente a um Hamburguês que detinha o monopólio dos curtumes de Portugal. Em 1780 foi comprada pela família Pinheiro, nomeadamente por António da Silva Pinheiro, médico do reino e administrador do Real Hospital de Caldas da Rainha.
Actualmente a fachada encontra-se em estilo Império, depois de várias remodelações. Encontra-se envolvida por um belo jardim onde no verão se pode apreciar Ópera. No interior do edificio existe um magnifico quadro a óleo de Pedro Alexandrino.
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Capela de São Marcos
Construída no século XIX, esta Capela apesar de pertencer à familia Pinto Basto, é um local de culto usado pela população.
No seu interior destacam-se as pinturas do tecto e o túmulo alto, datado de 1870, que se encontra na sacristia.
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Convento de São Miguel
Neste antigo templo conventual está integrada a Igreja de São Miguel. Esta obra é constituida por uma só nave, com dois altares colaterais, coro e púlpito. No seu interior destacam-se os painéis azuis e brancos que retratam passagens da vida de S. Francisco e de
S. António, o retábulo barroco em talha dourada do altar-mor e as imagens de Santa Clara e S. Bernardo.
Foi recentemente remodelado e actualmente alberga a empresa Àguas do Oeste.
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Igreja Nossa Senhora da Ajuda
Mandada construir pelo Beneficiado António da Silva e Faria, no século XVIII e restaurada em 1959, estava incluída na Quinta com o mesmo nome, conjuntamente com a Casa Pia e casas das Irmãs da Caridade. No seu interior destacava-se uma pintura da autoria do pintor obidense João da Costa (séc. XVIII), hoje desaparecida.
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Moinhos de Vento
Estes moinhos foram construídos no século passado, com a finalidade de moer o cereal para o fabrico de farinhas. Existindo 3 moinhos, um dos quais recentemente recuperado.
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Quinta das Janelas
Situada em Vale das Flores, remonta a construção do séc. XVII, sendo nessa época denominada Quinta dos Mosqueiros. Mais tarde, ao pertencer à Familia Freire de Andrade denominou-se Quinta dos Freires, de quem ainda hoje guarda o Brasão. Pertenceu à Familia Gama e actualmente pertence à Associação Nacional de Farmacias, chamam-lhe Quinta das Janelas devido ao elevado número destas no antigo edificio (dizia-se que era uma por cada dia do Ano).
Destaque para a Capela de Nossa Senhora do Desterro e para as instalações das termas existentes nessa propriedade.
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Ruinas da Cidade Eburobrittium
Uma cidade que no século I, o autor romano Plínio O Velho, descrevia como localizada algures entre Collipo (Leiria) e Ollisipo (Lisboa), estando misteriosamente escondida durante séculos e que curiosamente foi posta a descoberto a partir de 1994 pelas obras de construção da A8 e A15, situada a poucos metros da antiga Quinta das Flores (actual Quinta das Janelas). |
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